Nível do mar: o corpo está adequado à pressão atmosférica e ao volume de oxigênio no ar. Tudo funciona normalmente.
2 500 m: as primeiras alterações, como dor de cabeça e cansaço, são sentidas nesse estágio. Não são motivos de muita preocupação.
2 800 m: lentidão, falta de apetite, prostração, náusea e fadiga - o mal das montanhas atinge a maioria dos aventureiros.
3 000 m: os edemas pulmonares e cerebrais viram caso sério desse patamar para cima. O problema demora até quatro dias para dar as caras.
5 000 m: o aproveitamento de OB cai pela metade. A sensação se assemelha à ressaca, sobretudo pela moleza e pelo cansaço.
5 500 m: o corpo não se adapta totalmente às condições do local. Ficar muito tempo por aqui causa sérias encrencas.
6 500 m: praticamente não há umidade ou pressão. Outro chabu é o sol: os raios podem causar queimaduras bem graves.
8 000 m: chamada de zona da morte, é impossível
2 500 m: as primeiras alterações, como dor de cabeça e cansaço, são sentidas nesse estágio. Não são motivos de muita preocupação.
2 800 m: lentidão, falta de apetite, prostração, náusea e fadiga - o mal das montanhas atinge a maioria dos aventureiros.
3 000 m: os edemas pulmonares e cerebrais viram caso sério desse patamar para cima. O problema demora até quatro dias para dar as caras.
5 000 m: o aproveitamento de OB cai pela metade. A sensação se assemelha à ressaca, sobretudo pela moleza e pelo cansaço.
5 500 m: o corpo não se adapta totalmente às condições do local. Ficar muito tempo por aqui causa sérias encrencas.
6 500 m: praticamente não há umidade ou pressão. Outro chabu é o sol: os raios podem causar queimaduras bem graves.
8 000 m: chamada de zona da morte, é impossível





Entre o nível do mar e 8 000 m: variação de 52 °C
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