EFEITOS NA ALTITUDE

segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Quanto mais distante do nível do mar, maiores são as interferências do ambiente no maquinário humano. Confira altas mudanças por Manoel Gomes | infográfico Laura Salaberry, Pilker e Rabisco Estúdio
Entre o nível do mar e 8 000 m: variação de 52 °C

Nível do mar: o corpo está adequado à pressão atmosférica e ao volume de oxigênio no ar. Tudo funciona normalmente.

2 500 m: as primeiras alterações, como dor de cabeça e cansaço, são sentidas nesse estágio. Não são motivos de muita preocupação.

2 800 m: lentidão, falta de apetite, prostração, náusea e fadiga - o mal das montanhas atinge a maioria dos aventureiros.

3 000 m: os edemas pulmonares e cerebrais viram caso sério desse patamar para cima. O problema demora até quatro dias para dar as caras.

5 000 m: o aproveitamento de OB cai pela metade. A sensação se assemelha à ressaca, sobretudo pela moleza e pelo cansaço.

5 500 m: o corpo não se adapta totalmente às condições do local. Ficar muito tempo por aqui causa sérias encrencas.

6 500 m: praticamente não há umidade ou pressão. Outro chabu é o sol: os raios podem causar queimaduras bem graves.

8 000 m: chamada de zona da morte, é impossível

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