A mídia não perdoa fomentando cada vez mais a propaganda enganosa. Além desse corpo não ser para todas as pessoas, as próprias modelos, com os recursos de informática de hoje, nenhuma foto é publicada sem ser tratada no “fotoshop”. Nenhuma pinta, sarda, mancha, estria e muito menos rugas. Tudo muito artificial “ditando” os caminhos no mundo das aparências. Isso lembra ou não uma espécie de nazismo, no caso doutrinando uma perfeição de corpo? Além disso, parece estar existindo uma espécie de vale tudo pela estética. Publicam-se páginas inteiras até com supostos depoimentos médicos para fidelizar e propagar as intervenções cirúrgicas da moda com pouquíssimos alertas para os riscos. Anunciam-se na televisão, usando a imagem de pessoas famosas, que se presta a isso, produtos que sabidamente não vão “definir” o corpo. Para fugir de um possível processo, ao produto acompanha um guia de alimentação e de exercícios. Se alguém reclamar na justiça que não deu resultado, e não vai dar mesmo, o fabricante usa como álibi que o reclamante não fez os exercícios e a dieta sugerida.
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