RESISTÊNCIA MUSCULAR.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012
A componente muscular de um programa de treino de resistência
envolve contracções musculares submaximais durante um longo período
de tempo e com numerosas repetições, sendo o tempo de intervalo
reduzido.
Este tipo de treino aumenta o potencial aeróbio das fibras do tipoI e II. No entanto, o potencial aeróbio depende do número de fibras tipo I já existente e da sua capacidade aeróbia. As fibras tipo I têm uma capacidade oxidativa mais elevada do que as do tipo II.
O treino de resistência reduz a concentração das enzimas glicolíticas e aumenta a actividade enzimática aeróbia (ciclo de Krebs) e pode reduzir a massa muscular hipertrofiada a não hipertrofiada, das fibras do tipo II.
Inversamente, existe hipertrofia, ainda que não significativa, das fibras do tipo I.
A nível celular, há um aumento do número e dimensão das mitocôndrias (responsáveis pela produção de ATP via oxidação aeróbia do glicogénio).

Força da Resistência
Resistência da Força é a capacidade do músculo para executar durante um tempo prolongado, um esforço com uma carga sub-máximal. O aumento do número de repetições e da carga utilizada leva a um aumento da resistência. Um elevado número de repetições com uma carga muito leve não
provoca estimulação suficiente para a adaptação muscular. Devemos tentar aumentar a carga, mantendo as repetições entre as 15 - 20. Não é eficaz utilizar cargas abaixo dos 40% da 1 repetição
máxima.
O circuito treino é uma forma efectiva de treino da resistência muscular. Pode-se utilizar de 7 a 12 estações de exercícios, evitando colocar dois exercícios consecutivos para o mesmo grupo muscular. A carga a utilizar deve ser de 50% a 70% da 1 repetição máxima o tempo de intervalo de 15 a 40 segundos.

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